A “Rua da Parede” continua a rir-se de nós
210 Million Jobless, 440 Million Jobs Needed: ILO/IMF
“The conference is looking for ways to reduce the number of unemployed people, now estimated at 210 million globally. The ILO and IMF also estimate that 30 million jobs have been lost due to the financial crisis and another 440 million will need to be created over the next decade as the global population keeps growing.” @CNBC
Quando é que vamos fazer como o Tom Hanks e rir-nos deles?
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Cinturão Preto em Espectacular
Muita gente anda aí à procura de um deus, um messias, uma salvação, uma resposta, um sítio que faça lasanhas como aquela que comemos daquela vez…pois, podem descansar porque está aqui. É ver toda a gente a dançar isto nas discos e nos festivais:
Se a Al-Qaeda conhecesse isto, não haveria terrorismo.
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Água
Oh, olá, há quanto tempo.
Por falar em tempo, e este tempo? Parece que está a gozar conosco, manda chuva como se fosse o fim do mundo e fica a ver-nos a vestir camisolas, roubar guarda-chuvas a velhinhas, ter acidentes de viação e sujar as calças com lama. Mas no minuto a seguir: calor, arregaçar as mangas, bufar um bocado, devolver o guarda chuva e dizer que foi engano. Pronto, conversa de circunstância de quem não se fala há muito tempo: done!
Passemos a coisas sérias. Ou então não.
Tive uma ideia que acho que podia ser aplicada naqueles centros de reabilitação para gente com problemas alcoólicos, se é que já não o é. Consiste em colocar, em cada sala, um daqueles “dispensadores de água” (water dispenser). Isto porque nunca na minha vida bebi mais do que 4 copos de água por dia, até agora. Agora tudo mudou, tenho a possibilidade e privilégio de beber água gratuita num copito de plástico e ver bolhinhas a subir e, ao que parece, isso faz toda a diferença para mim. Deduzo que isto despolete uma reacção no ser humano…
- “Larga o vinho, bebe água ó seu garrafão com pernas!”
- “Ná, prefiro vinho, estou mesmo a ser sincero.”
- “E se em vez de beberes água da torneira ou garrafa, num copo de vidro, houver uma máquina com um garrafão virado de pernas para o ar que deita água num copo de plástico e faz bolhinhas?”
- “Isso sim, já me parece estranhamente aliciante!”
Desta forma, os alcoólicos estariam tão ocupados a beber água e a ir à casa de banho que nem se lembravam do vinho. Acredito piamente nisto.
Este assunto é delicado para mim, lembro-me de quando queria limpar as minhas sapatilhas brancas e usava algodão e álcool e a tinta delas ia saindo aos poucos..pode ser considerado um problema alcoólico, certo?
Acho também que já não era sem tempo haver uma desculpa aceitável para fazer um intervalo extra no trabalho. Se um fumador está cansado e sai à rua para estragar um bocado os pulmões, as pessoas passam e dizem “olha, o fumador tal fez um intervalo para fumar um cigarrito, normal, que bem que lhe sabe, está a relaxar, olha-me só para aquela pinta”. Se um gajo se lembra simplesmente de sair para ficar parado 3 minutos a ver quem passa, com um chupa-chupa na boca, é logo “o que raio é que aquele gajo está fazer? Devia era ir trabalhar! Ou fumar, no mínimo! Esta malta não tem vergonha, está ali a estragar os dentes em vez de produzir..”
Fibra é bom, supostamente. Comida com fibra ajuda em certos processos, materiais reforçados com fibras apresentam características de resistência cada vez melhores, ser um “gajo de fibra” normalmente é um elogio porreiro. Mas ter fibra nos dentes depois de comer um pêssego é uma coisa a corrigir no mundo, da próxima vez que lhe mexerem, não se esqueçam disto, se faz favor.
Carbono
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Dica importante
Durante uma conversa em inglês, não tentem traduzir literalmente a expressão “amiga colorida”….Esta dica não se aplica a reuniões do KKK.

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O post d’A Linha, sanita e vuvuzela.
Boas tardes,
Começo o post com o seguinte pensamento: Ao estar em obra, concluo que os tarefeiros (vulgo, trolhas) são homens de coragem, homens que por vezes trabalham em condições complicadas, homens que enfrentam o medo de alturas, serras, pregos, faíscas. E são homens que não usam roupa interior.
Sempre que um deles se agacha por alguma razão, tumba, rêgo ao léu, insert coin, baleia branca, linha de velcro, eu sei lá, o que lhe quiserem chamar. O que eu sei é que entre o limite das calças e a perpendicular “linha”, chamemos-lhe assim, não se vislumbra ponta de cueca (não querendo eu provocar o riso contido apenas por dizer cueca).
Por isso, posso deduzir, empiricamente, que ou não usam roupa interior de todo, ou então usam-na muito muito pequena, uns 2 tamanhos abaixo do certo, o que os deve apertar muito. São portanto o que se pode chamar de “homens que os têm no sítio”. Forçosamente.
Mais conversa de pessoa com classe: No WC do restaurante onde almoço tinha o seguinte aviso sobre a sanita:
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Tenho piedade do idiota (I pity the fool!!)

Já repararam que o Mr. T tem dobragem na TV Shop ?
Já repararam que há um gajo que responde: “faço a voz do Mr. T na TV Shop” à pergunta: “Que fazes?” ??
Já repararam que o Mr. T tá a vender cenas na TV Shop ???
PS: Malta..Quando eu disse “aquela gaja é tão boa que devia ser multada” era uma piada, ok? —> “Dallas police have announced that they’ve charged neosoul singer Erykah Badu with disorderly conduct”
Hey America, chill baby, chill..
Um abraço do vosso amigo Rocky Balboa
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Há algum problema com as minhas sapatilhas
Mais propriamente com os meus cordões. Está-se a revelar impossível passar umas boas horas sem ter de os apertar.
Começo a pensar que há algo mais do que a minha incapacidade em apertar os cordões “à homem” (ainda os aperto como aprendi na primária, chamem-me old school), isto porque eles lembram-se de ficar frouxos e até mesmo soltos nas piores alturas do dia. Seja quando estou a correr à chuva com 2 malas e sem casaco. Seja quando chego atrasado ao emprego e se ouve o som irritante das pontas plásticas do cordão a bater no chão.
Pode parecer estúpido, mas fico mais envergonhado com a imaturidade que transparece andar com os cordões desapertados do que com a imaturidade que demonstro ao chegar atrasado ao trabalho. Porque para parar com esse barulho, tenho de os apertar, tenho de parar, vergar-me e interromper a passagem às pessoas que, ao contrário de mim, já estão a trabalhar forte e feio. Humilhante.

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